segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O sucesso dos desenhos da TV
Tudo começou com um gato preto e branco, de olhos grandes, sorriso contagiante, chamado Félix. O desenho animado “Folias Felinas” do Gato Félix estreou nos tempos do cinema mudo, nos primórdios do século 20, e fez do simpático felino uma das primeiras estrelas da sétima arte. Com o sucesso de Félix era um prenúncio do encantamento que as animações exerceriam sobre o público nas décadas seguintes.Com a popularização da televisão a partir dos anos 50, os desenhos animados se tornaram uma das principais atrações para as crianças. Mas eles iriam além e nas últimas décadas conquistaram definitivamente adolescentes e adultos. Isso não quer dizer que esse sucesso todo tenha sido alcançado facilmente. Assim como as histórias em quadrinhos, as animações têm uma trajetória de polêmicas e críticas. Mas divergências à parte, o fato é que há um amplo repertório de desenhos animados que já podem ser considerados “clássicos”. Prova disso são as incontáveis reapresentações das séries animadas na televisão sempre com bons índices de audiência, mesmo quando assistidas por gerações que nasceram décadas depois de seu lançamento. Foi nos anos 30 e 40 do século passado que começaram a surgir alguns personagens que se tornariam imortais nas séries animadas televisivas. Entre eles, o marinheiro Popeye e o coelho Pernalonga. Na mesma época, o sucesso e a qualidade das animações produzidas para o cinema, como as fábulas de Walt Disney ou a ousadia sexy de Betty Boop, elevaram a estima dos desenhos animados. No final dos anos 50, surgem as criações de Hanna-Barbera, como Zé Colméia, Os Flintstones, Manda-Chuva e Os Jetsons que chegariam a ocupar o horário nobre na televisão norte-americana. Os grandes estúdios cinematográficos como a Universal, a Metro-Goldwyn-Mayer e a Warner Bros. também passaram a produzir e distribuir desenhos animados para o cinema e a TV, entre eles “clássicos” como Pica-Pau.
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